Noite de Fados - 25 de Maio de 2013
Preço - 5€
Casa da Cultura Mestre José Rodrigues
terça-feira, 21 de maio de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
Comemorações 25 de abril de 2013
PROGRAMA:
09.00h | Hastear da Bandeira [Câmara Municipal]
09.30h | Assembleia Municipal [Auditório | CCA]
14.00h | Jogos Tradicionais [Recinto Municipal de Feiras]
Organização: Junta de Freguesia de Alfândega da Fé
15.00h | Ginástica Acrobática [Recinto Municipal de Feiras]
ARCA | Associação Recreativa e Cultural da Azenha
quinta-feira, 11 de abril de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Em 2013 Carnaval vai recuperar Queima do Entrudo
As festividades alusivas ao Carnaval saem à rua, em Alfândega da Fé,
entre 8 e 12 de fevereiro. As comemorações abrangem, assim, o fim de
semana que antecede o dia de Carnaval e culminam no dia 12 com a Queima
do Entrudo. Esta é uma das tradições associadas a esta quadra festiva,
que a Câmara Municipal quer ver recuperada.
A destruição pelo fogo do Entrudo era um dos pontos altos do Carnaval na sede do concelho, simbolizava também a passagem a um novo ciclo, servia como uma purga para os males, anunciava o fim do inverno e a chegada da primavera. Um rito que, este ano, Alfândega da Fé volta a celebrar. Para além disso, vai ter lugar o já tradicional Cortejo de Carnaval, que vai realizar-se no domingo gordo (10 fevereiro) e terça –feira (12 fevereiro). Os Cortejos prometem a habitual folia e sátira, procurando envolver toda a comunidade nestes festejos. A ideia é que todas as freguesias se façam representar, principalmente, no desfile de domingo, deixando espaço para que a terça-feira de carnaval continue a ser celebrada em cada freguesia.
A juntar a tudo isto o habitual desfile das escolas do concelho (8de fevereiro) e o Jantar/Baile de Carnaval no Hotel & SPA (11 fevereiro).
Neste fim de semana de folia outras iniciativas marcam a agenda cultural Municipal, como a exibição na Casa da Cultura Mestre José Rodrigues, no dia 9 de fevereiro, de duas peças de teatro. Os espetáculos são do grupo de Teatro Amador Mondinense e têm destinatários diferentes. À tarde (15h) a peça infantil “Passos de música, caminhos de água”, direcionada para crianças, às 21.30h, para o público geral, sobe ao palco “O Bordel”, uma adaptação inédita da obra “Os Pintores não têm Recordações”, de Dário Fo.
O programa detalhado do Carnaval 2013 será divulgado oportunamente.
Fonte: Câmara Municipal de Alfândega da Fé
A destruição pelo fogo do Entrudo era um dos pontos altos do Carnaval na sede do concelho, simbolizava também a passagem a um novo ciclo, servia como uma purga para os males, anunciava o fim do inverno e a chegada da primavera. Um rito que, este ano, Alfândega da Fé volta a celebrar. Para além disso, vai ter lugar o já tradicional Cortejo de Carnaval, que vai realizar-se no domingo gordo (10 fevereiro) e terça –feira (12 fevereiro). Os Cortejos prometem a habitual folia e sátira, procurando envolver toda a comunidade nestes festejos. A ideia é que todas as freguesias se façam representar, principalmente, no desfile de domingo, deixando espaço para que a terça-feira de carnaval continue a ser celebrada em cada freguesia.
A juntar a tudo isto o habitual desfile das escolas do concelho (8de fevereiro) e o Jantar/Baile de Carnaval no Hotel & SPA (11 fevereiro).
Neste fim de semana de folia outras iniciativas marcam a agenda cultural Municipal, como a exibição na Casa da Cultura Mestre José Rodrigues, no dia 9 de fevereiro, de duas peças de teatro. Os espetáculos são do grupo de Teatro Amador Mondinense e têm destinatários diferentes. À tarde (15h) a peça infantil “Passos de música, caminhos de água”, direcionada para crianças, às 21.30h, para o público geral, sobe ao palco “O Bordel”, uma adaptação inédita da obra “Os Pintores não têm Recordações”, de Dário Fo.
O programa detalhado do Carnaval 2013 será divulgado oportunamente.
Fonte: Câmara Municipal de Alfândega da Fé
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Exposição "Gravura | a oficina, a técnica o impressor"
EXPOSIÇÃO "Gravura | a oficina, a técnica o impressor" de TOMÁS DIAS
Casa da Cultura, de 8 de janeiro a 5 de maio - Alfândega da Fé
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Igreja Matriz de Alfândega da Fé
Descrição - Planta longitudinal composta de nave e capela-mor, mais estreita e mais
alta, tendo adossado à fachada lateral esquerda torre sineira
quadrangular, sacristia e anexo rectangulares. Volumes articulados com
coberturas diferenciadas em telhados de duas águas na igreja, a da
capela-mor mais alta, de uma água nos anexos e de quatro na torre,
rematadas em beirada simples. Fachadas rebocadas e pintadas de branco, a
igreja com embasamento de cantaria, à excepção da fachada principal e da
torre sineira que é em cantaria aparente, terminadas em cornija e com
cunhais coroados por pináculos piramidais sobre acrotério. Fachada
principal virada a O., terminada em empena, com cunhais apilastrados e
rasgada por portal de verga recta moldurada encimado por óculo amplo,
com moldura, exteriormente decorada com bosantes. Torre sineira de
cunhais igualmente apilastrados, coroados por pináculos semelhantes, e
de dois registos, o inferior frontalmente rasgado por vão rectilíneo e o
segundo, em cada uma das faces por sineira em arco de volta perfeita
albergando sino; a sineira lateral direita foi parcialmente entaipada
para colocar relógio circular; sobre a cobertura da torre surge cruz
latina em ferro. Fachada lateral percorrida pelos anexos, rasgados a O.
por vão rectangular moldurado, e a N. por duas portas de verga recta,
duas amplas janelas rectangulares e quatro outras pequenas, jacentes. Na
fachada lateral direita a nave é rasgada por quatro janelas rectilíneas,
molduradas e por porta travessa de verga recta com moldura encimada por
espaldar recortado, delimitado por elementos volutados, decorado por
coração inflamado e encimado por cruz latina de cantaria relevada; a
capela-mor é rasgada por janela semelhante. Fachada posterior terminada
em empena, coroada por cruz latina e rasgada por óculo circular
moldurado e anexo cego e terminado em meio empena.
Cronologia - Séc. 17 - provável construção do edifício;
1706 - segundo o Padre Carvalho da Costa, era uma abadia do padroado real, com rendimento de 800$000, dos quais usufruia o Marquês de Távora, e paga 60$000 de pensão à Capela Real e pertencia ao arcebispado de Braga; a abadia recebia os dízimos da igreja de Vilar-Chão, termo de Castro Vicente; a povoação tem 150 vizinhos;
1758 - nas Memórias Paroquiais, é referido que a igreja tem três naves e cinco altares de talha; nas imediações, situa-se a residência paroquial;
1882 - a paróquia passa a estar subordinada ao bispado de Bragança;
2004, Abril - encerramento da igreja por risco de derrocada da viga central da capela-mor, passando as funções religiosas para o Centro Cultural de Alfândega da Fé.
Fonte do texto SIPA
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