No dia 30 de novembro realizou-se na vila de Alfândega da Fé um Workshop de Micologia. A manhã foi ocupada com um passeio pedestre com apanha de cogumelos, comestíveis ou não, para análise e classificação na componente mais teórica do encontro na parte da tarde do dia.
À chegada à Casa da Cultura, depois de um passeio por Vales (com maiúscula, porque neste caso é serra), esperáva-nos uma prova de petiscos feitos à base de cogumelos patrocinada pela Terras de Alfândega, movimento apostado na divulgação das potencialidades gastronómicas do concelho.
O apetite já era algum depois da caminhada, mas a parte disso todas tinham curiosidade em saborear os produtos feitos por um chef e dados a provar de imediato. Não consegui reter os nomes mas provei de todos. O que mais me agradou foi Cheese cake de boletus, com caviar de mel de castanheiro! Bonito não é? O nome e o sabor! Havia também uma pasta para barrar tostas, bastante saborosa e pantorra com courgette.
Como novidade foram apresentados cogumelos cristalizados, prontos a serem utilizados em bolos-rei. Nem tudo me agradou, o cappuccino de cogumelos não me caiu bem, mas outros participantes gostaram. Todos os petiscos foram feitos com cogumelos secos, disponíveis em qualquer altura do ano.
Depois destes aperitivos apetitosos, restou pouco tempo disponível para o almoço pelo que a opção foi mesmo recorrer a um estabelecimento logo ali ao lado da Casa da Cultura. Almocei na companhia dos elementos da Associação Xixorra, a quem agradeço a bem disposta companhia.
Os trabalhos da tarde começaram com uma apresentação sobre o tema Morfologia e toxicidade dos cogumelos silvestre. À base de fotografias foram mostrados pormenores de espécies que, pela sua semelhança, são por vezes confundidos com variedades comestíveis.
Segui-se uma atividade mais prática, também pela Associação Xixorra, com a inoculação de Pleurotus em palha. Alguns dos participantes no workshop puderam colocar as mães na massa (neste caso na palha) e colaborar na montagem de um fardo capaz de proporcionar várias colheitas de cogumelos.
Como em quase tudo, quando de depende de uma grande multiplicidade de fatores, não é fácil fazer previsões sobre o tempo que demora, ou a quantidade que vão produzir. Deu para perceber que o equipamento necessário é de fácil acesso, a execução não é morosa nem complicada e a "semente" também já é fácil de adquirir (a própria associação a vende).
Esteve também presente uma empresa AmbiFungi que comercializa cogumelos secos e embalados e também kit's para a produção doméstica de repolgas, feitos à base de borra de café.
Foi também feita a identificação de todas as espécies recolhidas durante a manhã.
O meu balanço do Workshop é bastante positivo. Agradou-me especialmente a saída de campo e a demonstração de alimentos feitos à base de cogumelos. Quanto à aprendizagem sobre as espécies de cogumelos, o assunto é demasiado perigoso, não pode ser decidido com base na dúvida. Foi interessante e positivo ouvir especialistas a falarem das espécies, mas continuarei a só colher aquelas espécies que conheço desde criança, poucas mas aquelas em que tenho (quase) a certeza de não me enganar.
É interessante verificar que a micologia está a ganhar mais e mais adeptos. Praticamente todos os municípios de Trás-os-Montes organizaram encontros sobre este tema.
Como pude verificar no início do outono no concelho de Mogadouro, se a apanha para comercialização continua a crescer corre-se o risco de se perder a "galinha dos ovos de ouro". A atividade não está regulamentada e isso é mau.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Onde param os cogumelos?
Voltar a Alfândega da Fé é sempre bom, mas confesso que já andava com muita vontade de percorrer algumas estradas e caminhos do concelho, convencido de que encontraria um colorido muito característico das terras de maior altitude em época de Outono.
Mo dia 30 fui a Alfândega da Fé para participar no Workshop de Micologia. Embora o assunto até me desperte bastante interesse, não era estar fechado na Casa da Cultura que me entusiasmava mais, mas sim percorrer os campos, verificar se as minhas desconfianças à cerca das tonalidades de outono se verificavam.
Para isso fui muito cedo, decidido a aproveitar o tempo. Entrei no concelho pela Estrada Nacional 315 (Mirandela). Questionei-me onde realmente se iniciaria o termo do concelho, mas essa foi uma dúvida que esclareci mais tarde. Durante muito tempo pensei que o concelho começaria junto ao atual IP2, mas agora sei que não.
Subir a serra de Bornes às primeiras horas da manhã, mesmo com uma grande geada, foi a primeira compensação pelo despertar atempado. A vista do vale desde a pousada de Nossa Senhora das Neves e as casas de Covelas por entre o colorido das folhas dos castanheiros já convidavam-me a passar por ali o resto do dia, mas o destino era outro. Após algumas fotografias rápidas rumei à vila onde cheguei com tempo para um passeio na geada do Parque Verde.
Às 10 da manhã começaram a juntar-se os participantes no Workshop. Durante a manhã estava prevista uma saída de campo para recolha de exemplares de cogumelos. A acompanhar os participantes estariam três membros da Associação Xixorra, que ajudariam na identificação. Não fazia a ideia do local onde íamos procurar os cogumelos mas quando o carro partir de novo em direção a Sambade tive a esperança que fossemos à Serra. Acabámos por ir para Vales, local integrado no Trilho de Alvazinhos, que iríamos seguir parcialmente.
O grupo não era grande, mas não faltavam as cestas para a recolha de cogumelos. Só eu... não levava mais do que a máquina fotográfica.
Ainda na aldeia de Vales foi feito um pequeno aquecimento e partimos em direção a Alfândega (e aos pinhais).
Confesso que a procura dos cogumelos não me interessou grandemente. A época já vai adiantada para os que crescem nos castanheiros e o ano foi seco. Nos pinhais, ainda jovens, não havia humidade nenhuma. Dos poucos que encontrei, metade deles estava seca. Para piorar as coisas os pinhais onde fomos foram lavrados à relativamente pouco tempo.
Como a quantidade não era importante, a cada espécie nova, comestível ou não, fazíamos uma paragem para ouvir os especialistas. Foram apresentados alguns conceitos sobre as características dos fungos em geral e dos cogumelos em particular. Ficámos também a conhecer o significado de píleo, volva, estipe, anel, micélio, ... tudo termos essenciais a quem se interessa pela micologia. Confesso que estava mais interessado em espreitar em direção a Pombal, na ânsia de poder ver o belo vale da Vilariça, com o sol tímido a espelhar-se na albufeira de Vilarelhos. Não consegui arranjar bons miradouros, mas ainda consegui apanhar algumas espécies de cogumelos.
Sem ser em direção ao vale a paisagem também era admirável. Os castanheiros estão cheios de folhas de mil tons de outono e as cerejeiras desafiam todas as outras espécies com o tom vermelho vivo das suas folhas. As videiras já perderam as folhas, mas oliveiras carregadas de frutos também se destacam na paisagem.
As pessoas espalharam-se pelos pilhais e a busca começou a dar os seus frutos. Dos cogumelos que conheço destaco as sanchas (Lactarius deliciosus), os canários/míscaros (Tricholoma equestre), os moncosos (Suillus bellinii) e os rócos (Macrocepiota procera), foram alguns dos que encontrámos. Dos perigosos aparecem vários Amanitas. Fiquei a saber que afinal não são tão mortais como se pensa...
O melhor da apanha foi a chegada de dois amigos que tinham escolhido outro local e que vinham carregados (vários sacos) de sanchas. Além de distribuírem o fruto da sua apanha, ainda nos conduziram ao pinhal onde tinham andado e que trouxe alguma alegria ao grupo.
Pelo caminho passámos pelo parque infantil/de merendas de Alvazinhos. Despertou-me a curiosidade este local. Pode ser que seja um bom local para visitar noutra altura do ano.
O mini-autocarro do município "apanhou-nos junto à Quinta de Alvazinhos já depois da uma e meia da tarde. Regressámos à vila, onde decorreram as restantes atividades do encontro, nomeadamente a degustação de várias utilizações de cogumelos e o Workshop de Micologia.
Mo dia 30 fui a Alfândega da Fé para participar no Workshop de Micologia. Embora o assunto até me desperte bastante interesse, não era estar fechado na Casa da Cultura que me entusiasmava mais, mas sim percorrer os campos, verificar se as minhas desconfianças à cerca das tonalidades de outono se verificavam.
Para isso fui muito cedo, decidido a aproveitar o tempo. Entrei no concelho pela Estrada Nacional 315 (Mirandela). Questionei-me onde realmente se iniciaria o termo do concelho, mas essa foi uma dúvida que esclareci mais tarde. Durante muito tempo pensei que o concelho começaria junto ao atual IP2, mas agora sei que não.
Subir a serra de Bornes às primeiras horas da manhã, mesmo com uma grande geada, foi a primeira compensação pelo despertar atempado. A vista do vale desde a pousada de Nossa Senhora das Neves e as casas de Covelas por entre o colorido das folhas dos castanheiros já convidavam-me a passar por ali o resto do dia, mas o destino era outro. Após algumas fotografias rápidas rumei à vila onde cheguei com tempo para um passeio na geada do Parque Verde.
Às 10 da manhã começaram a juntar-se os participantes no Workshop. Durante a manhã estava prevista uma saída de campo para recolha de exemplares de cogumelos. A acompanhar os participantes estariam três membros da Associação Xixorra, que ajudariam na identificação. Não fazia a ideia do local onde íamos procurar os cogumelos mas quando o carro partir de novo em direção a Sambade tive a esperança que fossemos à Serra. Acabámos por ir para Vales, local integrado no Trilho de Alvazinhos, que iríamos seguir parcialmente.
O grupo não era grande, mas não faltavam as cestas para a recolha de cogumelos. Só eu... não levava mais do que a máquina fotográfica.
Ainda na aldeia de Vales foi feito um pequeno aquecimento e partimos em direção a Alfândega (e aos pinhais).
Confesso que a procura dos cogumelos não me interessou grandemente. A época já vai adiantada para os que crescem nos castanheiros e o ano foi seco. Nos pinhais, ainda jovens, não havia humidade nenhuma. Dos poucos que encontrei, metade deles estava seca. Para piorar as coisas os pinhais onde fomos foram lavrados à relativamente pouco tempo.
Como a quantidade não era importante, a cada espécie nova, comestível ou não, fazíamos uma paragem para ouvir os especialistas. Foram apresentados alguns conceitos sobre as características dos fungos em geral e dos cogumelos em particular. Ficámos também a conhecer o significado de píleo, volva, estipe, anel, micélio, ... tudo termos essenciais a quem se interessa pela micologia. Confesso que estava mais interessado em espreitar em direção a Pombal, na ânsia de poder ver o belo vale da Vilariça, com o sol tímido a espelhar-se na albufeira de Vilarelhos. Não consegui arranjar bons miradouros, mas ainda consegui apanhar algumas espécies de cogumelos.
Sem ser em direção ao vale a paisagem também era admirável. Os castanheiros estão cheios de folhas de mil tons de outono e as cerejeiras desafiam todas as outras espécies com o tom vermelho vivo das suas folhas. As videiras já perderam as folhas, mas oliveiras carregadas de frutos também se destacam na paisagem.
As pessoas espalharam-se pelos pilhais e a busca começou a dar os seus frutos. Dos cogumelos que conheço destaco as sanchas (Lactarius deliciosus), os canários/míscaros (Tricholoma equestre), os moncosos (Suillus bellinii) e os rócos (Macrocepiota procera), foram alguns dos que encontrámos. Dos perigosos aparecem vários Amanitas. Fiquei a saber que afinal não são tão mortais como se pensa...
O melhor da apanha foi a chegada de dois amigos que tinham escolhido outro local e que vinham carregados (vários sacos) de sanchas. Além de distribuírem o fruto da sua apanha, ainda nos conduziram ao pinhal onde tinham andado e que trouxe alguma alegria ao grupo.
Pelo caminho passámos pelo parque infantil/de merendas de Alvazinhos. Despertou-me a curiosidade este local. Pode ser que seja um bom local para visitar noutra altura do ano.
O mini-autocarro do município "apanhou-nos junto à Quinta de Alvazinhos já depois da uma e meia da tarde. Regressámos à vila, onde decorreram as restantes atividades do encontro, nomeadamente a degustação de várias utilizações de cogumelos e o Workshop de Micologia.
domingo, 29 de setembro de 2013
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Vilarelhos - Nossa Senhora dos Anúncios
Nos dias 23, 24 e 25 de agosto realizaram-se em Vilarelhos as festas em honra de Nossa Senhora dos Anúncios. O dia "maior" foi a 24, tendo como ponto alto a eucaristia seguida de procissão até à capelinha situada no cimo de um monte que se eleva no meio do vale da Vilariça. Gostaria de ter estado presente noutros momentos das festas, mas encontrava-me a acompanhar a feira TerraFlor e as festas em honra de S. Bartolomeu em Vila Flor, pelo que apenas me desloquei a Vilarelhos para acompanhar a procissão.
Estas procissões mais longas, fora dos povoados, requerem uma coragem acima da média a quem transporta os andores, mas, em contrapartida, provoca nas pessoas sentimentos e emoções especiais.
Não fazia ideia como as pessoas da aldeia se organizavam para irem na procissão até ao santuário e para depois voltarem para a aldeia. Pensei que fizessem os dois percursos a pé, mas vi mais tarde que não.
Como tinha tempo disponível optei por ir até ao santuário, deixar lá o carro, voltar a Vilarelhos a pé para puder acompanhar a procissão. Foi uma boa opção porque à medida que fiz o percurso para a aldeia fui tirando algumas fotografias e fui "estudando" o terreno para procurar enquadramentos mais interessantes à passagem da procissão.
Comecei a ver passar muitos carros em direção ao santuário, apenas com uma pessoa. Percebi que um dos membros da família se deslocava para o santuário de carro, para depois trazer a família de regresso à aldeia, no final da procissão. Mesmo assim, a procissão era muito extensa, integrava numerosos andores e era acompanhada por muitas pessoas. Identifiquei os andores do Sagrado Coração de Jesus, de São José, São Sebastião, Nossa Senhora de Fátima , de santa Bárbara e Nossa Senhora dos Anúncios, mas havia mais dois.
Acompanharam a procissão a Banda 25 de Março, de Lamas e a Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Sendim.
O percurso foi demorado, feito em passos cadenciados, com numerosas paragens. Na parte final, na chegada ao cabeço, o declive obrigou a um passo ainda mais lento. A luz do dia foi decaindo, abafada também por imenso fumo que chegava ao vale vindo dos lados de Murça, onde lavrava um violento incêndio.
Depois da procissão chegar ao cabeço, o andor foi colocado num suporte, virado para a capelinha e o pregador fez um emocionado sermão. As lágrimas rolaram por muitos rostos quando saiu do altifalante um fado sobre a Mãe. Terminado o sermão, o andor de Nossa Senhora dos Anúncios entrou na capelinha e terminou a cerimónia.
A maior parte das pessoas abandonou o local nos automóveis que para ali já tinham sido deslocados. Reparei que algumas famílias, poucas, tinham um farnel, à moda antiga e se preparavam para o saborear em grupo. Havia frango no churrasco à venda. A banda Rumo Nordeste procedia às últimas afinações para proporcionar um arraial à altura da festa.
Dos anúncios Virgem Santa
Da Vilariça Senhora,
Este povo que vos canta,
Vossa proteção implora.
Salvé rainha do céu,
Vosso amor é quem nos guia.
Somos todos filhos teus,
Avé Maria, avé Maria.
Estas procissões mais longas, fora dos povoados, requerem uma coragem acima da média a quem transporta os andores, mas, em contrapartida, provoca nas pessoas sentimentos e emoções especiais.
Não fazia ideia como as pessoas da aldeia se organizavam para irem na procissão até ao santuário e para depois voltarem para a aldeia. Pensei que fizessem os dois percursos a pé, mas vi mais tarde que não.
Como tinha tempo disponível optei por ir até ao santuário, deixar lá o carro, voltar a Vilarelhos a pé para puder acompanhar a procissão. Foi uma boa opção porque à medida que fiz o percurso para a aldeia fui tirando algumas fotografias e fui "estudando" o terreno para procurar enquadramentos mais interessantes à passagem da procissão.
Comecei a ver passar muitos carros em direção ao santuário, apenas com uma pessoa. Percebi que um dos membros da família se deslocava para o santuário de carro, para depois trazer a família de regresso à aldeia, no final da procissão. Mesmo assim, a procissão era muito extensa, integrava numerosos andores e era acompanhada por muitas pessoas. Identifiquei os andores do Sagrado Coração de Jesus, de São José, São Sebastião, Nossa Senhora de Fátima , de santa Bárbara e Nossa Senhora dos Anúncios, mas havia mais dois.
Acompanharam a procissão a Banda 25 de Março, de Lamas e a Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Sendim.
O percurso foi demorado, feito em passos cadenciados, com numerosas paragens. Na parte final, na chegada ao cabeço, o declive obrigou a um passo ainda mais lento. A luz do dia foi decaindo, abafada também por imenso fumo que chegava ao vale vindo dos lados de Murça, onde lavrava um violento incêndio.
A maior parte das pessoas abandonou o local nos automóveis que para ali já tinham sido deslocados. Reparei que algumas famílias, poucas, tinham um farnel, à moda antiga e se preparavam para o saborear em grupo. Havia frango no churrasco à venda. A banda Rumo Nordeste procedia às últimas afinações para proporcionar um arraial à altura da festa.
Dos anúncios Virgem Santa
Da Vilariça Senhora,
Este povo que vos canta,
Vossa proteção implora.
Salvé rainha do céu,
Vosso amor é quem nos guia.
Somos todos filhos teus,
Avé Maria, avé Maria.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Grupo de Cantares de Alfândega da Fé
O Grupo de Cantares de Alfândega da Fé integra cerca de 40 elementos, desde os mais jovens aos mais idosos. Completou em abril passado um ano de existência e com o apoio da Câmara Municipal tem contribuído para o convívio entre gerações, para a ocupação dos tempos livres de jovens e menos jovens e também para levar o nome de Alfândega da Fé a outras paragens.
Estas fotografias foram tiradas em Benlhevai, concelho de Vila Flor, na atuação do grupo aquando da inauguração da capela de Nossa Senhora da Esperança.
Estas fotografias foram tiradas em Benlhevai, concelho de Vila Flor, na atuação do grupo aquando da inauguração da capela de Nossa Senhora da Esperança.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Igreja Matriz de Vilarelhos
Igreja
barroca e neobarroca de planta longitudinal composta por uma nave, uma
capela-mor mais estreita, uma sacristia e uma torre sineira. No
interior, destaque para o coro-alto, o batistério, o púlpito e os
retábulos novecentistas.
Localização
Morada: Avenida Engenheiro Camilo Mendonça (EM 588-1) | 5350 Alfândega da Fé.
Longitude: -7,03868 | 7° 02' 19,3" W
Latitude: 41,34887 | 41° 20' 55,9" N
Características
Época de construção: Século XVII | Século XVIII
Estilo: Barroco | Revivalista
Localização
Morada: Avenida Engenheiro Camilo Mendonça (EM 588-1) | 5350 Alfândega da Fé.
Longitude: -7,03868 | 7° 02' 19,3" W
Latitude: 41,34887 | 41° 20' 55,9" N
Características
Época de construção: Século XVII | Século XVIII
Estilo: Barroco | Revivalista
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Cruzeiro - Vilares da Vilariça
Vilares da Vilariça tem vários cruzeiros, mas este situado no centro da aldeia, parece-me um dos mais antigos e dos mais bonitos. Em redor também há algumas construções interessantes e uma fonte de mergulho.
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